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sábado, 15 de agosto de 2009

40 anos do Festival de Woodstock
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Woodstock surgiu dos esforços de Michael Lang, John P. Roberts, Joel Rosenman e Artie Kornfeld. Roberts e Rosenman, que entrariam com as finanças, colocaram um anúncio sob o nome de Challenge International, Ltd., no New York Times e no Wall Street Journal: "Jovens com capital ilimitado buscam oportunidades de investimento legítimas e interessantes e propostas de negócios". Lang e Kornfeld responderam o anúncio, e os quatro reuniram-se inicialmente para discutir a criação de um estúdio de gravação em Woodstock, mas a idéia evoluiu para um festival de música e artes ao ar livre.
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Mesmo considerado um investimento arriscado, o projeto foi montado tendo em vista retorno financeiro. Os ingressos passaram a ser vendidos em lojas de disco e na área metropolitana de Nova York, ou via correio através de uma caixa postal. Custavam 18 dólares - aproximadamente 75 dólares em valores atuais - ou 24 dólares se adquiridos no dia. Aproximadamente 186,000 ingressos foram vendidos antecipadamente, e os organizadores estimaram um público de aproximadamente 200,000 pessoas.Não foi isso que aconteceu, no entanto. Mais de 500,000 pessoas compareceram, derrubando cercas e tornando o festival um evento gratuito.
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Este influxo repentino provocou congestionamentos imensos, bloqueando a via expressa do Estado de Nova York e eventualmente transformando Bethel em "área de calamidade pública". As instalações do festival não foram equipadas para providenciar saneamento ou primeiros-socorros para tal multidão, e centenas de pessoas se viram tendo que lutar contra o tempo chuvoso, racionamento de comida e condições mínimas de higiene.
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Foram 32 atrações musicais assistidas por um público de mais de 500 mil pessoas. Apresentações históricas de gente como Jimi Hendrix (foto), Janis Joplin, The Who e Joe Cocker, ajudaram a fazer do Woodstock um marco do movimento hippie, promovendo a paz e o amor. Embora o festival tenha sido reconhecidamente pacífico, dado o número de pessoas e as condições envolvidas, houve duas fatalidades registradas: a primeira resultado de uma provável overdose de heroína, e a outra após um atropelamento de trator. Ainda assim, em sintonia com as esperanças idealísticas dos anos 60, Woodstock satisfez a maioria das pessoas que compareceram.
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Mesmo contando com uma qualidade musical excepcional, o destaque do festival foi mesmo o retrato comportamental exibido pela harmonia social e atitude de seu imenso público.
O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 60 e começo dos 70. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário, reconhecido como uma dos maiores momentos na história da música popular mundial.
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Nos próximos três dias, o site da Rolling Stone Brasil vai relembrar Woodstock em textos exclusivos: a cobertura feita pela RS EUA na edição 42 (setembro de 1969), com depoimentos de quem subiu ao palco - entre eles integrantes do Jefferson Airplane, Carlos Santana e Arlo Guthrie, em entrevista à edição de 20 anos da RS EUA, em 1987 - lançamentos e curiosidades. E mais: Jorge Mautner relembra as poucas horas que passou no Woodstock e fala sobre a versão tupiniquim, em Águas Claras.
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O festival de Woodstock, que marcou a geração hippie em 1969, nos EUA, pode celebrar seu aniversário de quatro décadas na Alemanha, informou a agência de notícias Efe. Michael Lang, que trabalhou na produção da maratona, afirmou que pretende estimular a consciência ecológica com a comemoração, que terá o tema "Por Um Mundo Verde". Lang ainda disse que a idéia é chamar todos os músicos que participaram do festival (muitos deles já morreram, como Janis Joplin e Jimi Hendrix) para o evento, previsto para acontecer no antigo aeroporto de Tempelhof, em Berlim. Entre as atrações que ainda estão na ativa , constam Carlos Santana, Joe Cocker e Grateful Dead (hoje sem o guitarrista Jerry Garcia, morto em 1995).
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FONTES: http://www.rollingstone.com.br
http://pt.wikipedia.org/wiki/Festival_de_Woodstock
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sexta-feira, 14 de agosto de 2009


Uma visão do Brasil musical

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por DigóesX
digoesx@hotmail.com
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Olá como estão? Espero que muitíssimo bem e bem continuem quando nossos caminhos separarem-se, não que tenha que ser para hoje ou para amanhã, mas que venha quando lhe for apraz não é verdade. É preciso falar-lhes um pouco o quanto cansa estar a par de tantas injustiças e não que vocês tenham que resolver, porém que apenas saibam que: Tão cansado estou, um misto de Atlas e Sísifo, não um cansaço físico ou mental, mas espiritual. Esta vida que até agora empreendi como músico (para os comuns) ou até mesmo tocador (como preferem os formados) é algo tão ilógico quanto é lutar para se formar na universidade, mas é uma vida de percalços, literalmente uma ida ao consultório, esta é a vida de músico.
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O que faz movimentar o rock no Brasil na verdade:? O underground? O inconsciente de ser um ídolo? O público? O desejo de hipnotizar o público feito Jim Morrison; de ser o eterno comedor de morcegos; de ser perseguido por multidões como os Beatles? Será que, o que faz sobreviver é tão somente uma incoerência entre o desconhecido e o reconhecido, onde por décadas esse tal de "rockeiro" foi um elemento aportuguesado como o que trazia a alcunha de inimigo público, um indivíduo desconhecido dos pais pelo o que fazia na calada da noite, mas bem reconhecido pela polícia como elemento anti-político? (Porque acredito que misturaram por falta de conhecimento o mainstream norte-americano porra-loca de visual punk com os punks?).
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Será que o fim de uma geração plural e "ativista" (não importa quais grupos) gerou a visualização e uma corrida para um mainstream louco e sem noção baseado no imaginário popular de como é ser uma banda gringa e que precisando preencher essa mesma lacuna era preciso antes de qualquer coisa esquecer-se do Tropicalismo e da MPB para correr atrás de ser um blink182 da vida? Será que a ascensão e queda dos ritmos que embalaram os anos dourados e que hoje é trilha de universitários abriram fendas na represa Roosevelt do antiamericanismo nacional/cultural inundando de forma MTVística os pensamentos Jackssianos dos novos rockeiros de que tudo vale a pena se a alma é estreita e chapada? O que se percebe é que a fonte da qual bebemos hoje é de água de torneira e como sempre estamos perseguindo um mito do qual não pertenceremos e que por incrível que pareça possuímos inclinação natural, porém a nossa maneira, mas como bem se fala: “A grama do vizinho é sempre mais verde”.
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Foi urubuservando a situação das bandas de rock no Brasil, de muito tempo, que resolvi escrever e tanto foi que me veio de tanto me questionar que realmente duas frases para mim se tornaram reais e inretaliáveis acerca da realidade rockeira do Brasil em toda a sua extrema-unção social: "A juventude é uma banda numa propaganda de refrigerantes." (Engenheiros do Hawaii) e "O rock brasileiro é uma farsa comercial!" (R.D.P); questões que refleti bastante e outra destas é a relação da internet como meio de divulgação e foi algo bem Freudiano me perguntar depois de horas à frente do PC o que faria e o que farei diante de tão inóspita vida conjugal? Fui a esta novidade virtual “o myspace”, pois o Orkut está morrendo, e fiquei lá, saltando de página em página e muitas questões me vieram.
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1º> Porque um país tão grande de contrastes extremos de sentido musical tão amplo como é o Brasil, só possui uma meia dúzia de bandas no mainstream e esta promoção em especial só coincide com a mídia televisionada e fora dela parece que nada existe? 2º> Será que esse mesmo underground endeusado está se tornando a catapulta para um mainstream pré-mainstream? Existirão dois subterrâneos da música na música? 3º> Porque sempre as tendências da moda musical ou da música da moda, diga-se de passagem, internacional importada para o Brasil, deixam rastros que em muitos casos só servem de rastro? Será que nosso rock‟n‟roll é sempre ultrapassado e por isso nunca acertamos no ponto ou quando chegamos a gravar e divulgar demorou tanto que não percebemos o tempo passar? 4º>Porque não amparamos mais outras Legiões Urbanas? Cazuzas? Sepulturas? planet hemps? Engenheiro do Hawai? Raimundos (como ressalvas pessoais)? Será que grupos ou cantores dos mais diversos e espontâneos só existem na MTV ou no Raul Gil? Será que estamos procurando de forma errônea os mitos ou criar os mitos de forma errônea? 5º> O que então é esse país carnavalesco que dinamiza tudo que absorve e que defende o fútil com garras cristãs de jesuíta catequista?
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Não se trata aqui de defender o rock como algo benéfico, pois ele não é, mas apenas de liberar a passagem para que seus adeptos possam viver do que criam assim como os demais gêneros. Este gênero por mais que esteja arraigado em nossos dia-a-dia urbanos não é o nosso ritmo base da nossa sociedade visceral e é percebido que a nossa música popular é a nossa música herdada das miscigenações. Os muitos americanizados aqui (já que latinos somos nós) por não possuírem uma formação esclarecida e aceitação do seu meio social acabam por se confrontar com costumes musicais bem caseiros e isto não vos agrada por não combinar com seu tom de pele, mas isto também é outro truque do qual não iremos querer discutir aqui e sim qual o sentido do rock ser domesticado sabendo que o rock do Brasil não passa de um Padrão Estético Radical Juvenil o que é uma falha onde quem defende este tipo de questão não passa de um frustrado mesmo que tenhamos uns 60% de amadores; vejamos que há duas formas avaliadas como o êxtase do ouvinte em relação ao rock: O estilo glamuroso de se ter uma banda de rock; o estilo headbanger de viver no rock; o estilo PUNK de se envolver com as coisas do rock e em todos os citados o que os brasileiros mais com admiração procuram é a velha máxima do sexo, drogas e rock'n'roll.
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Será que este desmerecimento musical se encontra mais por não termos algo de concreto no Brasil em relação a um ativismo o que é marca noutros lugares, pois os jovens daqui muitos só entendem de Carpe Diem uma similitude do sexo, drogas e rock'n'noll? O jovem também não deixaria de ser um ativista/politizado por motivos de crendices religiosas onde o medo de morrer e ir para o inferno é mais cruel do que passar fome em vida e ter sua família destruída por corruptos? Bem, inúmeras questões e poucas respostas, mas o fato é que: sem o capitalismo o rock mainstream não vive, pensem nisso. Há necessidade de ser ativista para ser do rock?
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Com a queda das gravadoras e ascensão da internet não melhoramos tanto assim, ainda estamos escassos e em dívida com a musicalidade brasileira de Norte a Sul, de Leste a Oeste e sem ser esta que a TV endeusa e propaga. Há uma lacuna gigantesca em relação à divulgação/público e essa redução mal aplicada do mainstream no underground está se tornando uma nova hipocrisia virtual formando novos conglomerados „S/A‟ prontos a ganharem dinheiro com as bandas e de bandas prontas a se destacarem para a mídia televisiva tudo ao sabor da moda do verão; então te pergunto quando é que você chama uma banda de underground? E ridiculariza outra por ser do mainstream? Se no Brasil já existe uma linha tênue entre a fama e a lama?
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Acordem ouvintes! Ainda dormimos nesta harmonia moderna de duvidar da capacidade dos outros membros desta sinfonia social a que chamamos Brasil e que sempre deixa por pender-se nesta balança do status social pelo peso do ouro de ser reconhecidos. Manifestações sarcásticas como esta adentram como convencedores militares em nossas mentes verdes politicamente para apenas espalhar o terror das superioridades regionais. A todos lembro que: “Quem vê o futuro na verdade está vislumbrando o presente”, pois os inúmeros contratantes desta sociedade vivem na verdade é em um passado sem futuro.
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Para tentarmos começar a entender alguns dos problemas que vamos criando por região e empurrando com a barriga é bom lembrarem de que o Brasil nunca se recuperou da sua má gestão nesta questão intercontinental de que somos socialmente constituídos (intercontinental no sentido de nada sabermos e nada fazemos para saber o que há dentro do Brasil de dimensões continentais), os Estados em sua maioria não possuem um formato viário de movimentação de seus cidadãos e imagine isso em relação às suas construções culturais, esta falha persiste até hoje em inúmeros locais que possuem um tato social criativo e cosmopolita e outras menores que são satélites seus nem se quer são vistos.
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Uma das características desta desorganização está na manipulação dos Estados competentes para o bem estar social fazendo com que muitas localidades reduzam-se a ilhotas culturais aonde com muita luta podem ser vistos alguns seres sociais conseguindo ultrapassar estes vales da incomunicabilidade? Se não fosse a ascensão da tecnologia de comunicação estaríamos cada vez mais separados, porém jamais incomunicáveis.
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A música flui por nossos corpos e suamos nossa musicalidade com hits passageiros e populistas, pois nossas vidas estão cada vez mais como os “ficas” e vão ficando os esdrúxulos com aquilo que mais fácil aparenta e vamos formando poças musicais para outros beberem do nosso dia-a-dia sonoterápico. Fazemos música só não temos logística para vendê-las e as gravadoras com seus interpretes e suas bandas desconhecidas mais serviram para nos manter fora do comércio musical mundial (uma trama?) e produtores Brasil a fora defecando idiotices musicais quase plágios daquilo que mais vendeu, fingindo entender de mercado vendendo mesmices e mediocridades rarefeitas esse é o Brasil Dantesco de hoje e sempre.
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Então você se pergunta: O que é que tudo isso tem haver com a música e Eu? a) Os velhos padrões mudaram. Tudo então pode ser refeito, mas a mediocridade musical só tende a piora. b) A tecnologia facilita. Todos vocês podem ser vistos e ouvidos, mas só uma minoria te aceitará. c) Tudo é música no mundo. Todos os sons e instrumentos são válidos, mas só uma minoria é confiável para criar. d) Você pode ser seu próprio agente. Todos poderão tocar por aí, Mas o jabá jamais morrerá e a logística ainda será uma barreira entre você e os ouvintes. Bem as questões estão aí e o princípio das conclusões também, leia, reflita e veja o que você pode fazer pelos demais!
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Blue Sheep: adoram fazer Rock’n’Roll
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Blue Sheep é um Power Trio feminino formado em meados de 2008 por Eveline (Guitarra) que participou de uma jam com Gabi (Bateria) e Béa (Baixo e Vocal) atuais integrantes. Logo de cara as três tiveram fácil entrosamento e decidiram formar a banda. De início as garotas não tinham um estilo definido, mas não demorou muito para que suas influências - principalmente de bandas 60’s e 70’s - refletissem nos improvisos dos ensaios fixando seu atual estilo.
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Com a proposta de fazer um rock’n’roll, a Blue Sheep traz em suas músicas próprias a influência do blues, do hard rock e valoriza a expressão do sentimento, com temáticas variadas, que vão desde encarar comicamente coisas do dia-a-dia a paixões mal resolvidas.
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Tendo cerca de um ano de formação o foco do trio está nas composições próprias, porém, covers de bandas como ZZ Top, The Gun, e Grand Funk Railroad também fazem parte do repertório. O estilo das garotas foi bem aceito, e desde sua primeira apresentação em março de 2009 têm recebido boas críticas e vêm ganhando espaço para mostrar o que adoram fazer: Rock’n’Roll!
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Membros da banda:
Beatriz Gonçalves (Béa) – Baixo e vocal
Liane Gabriela (Gabi) – Bateria e backing vocals
Eveline Lúcia (Hellveline) – Guitarra e backing Vocals
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Links e contatos:
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http://www.myspace.com/bandabluesheep
http://www.fotolog.com.br/bandabluesheep
http://www.youtube.com/watch?v=i7N7fXEj6XM
http://www.youtube.com/watch?v=TWBOYz37vAI
http://www.youtube.com/watch?v=9vBOPm32R_Y
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=63159365
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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Divina Comédia Humana: show especial
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Em meados de setembro de 2007, Ilberto Canuto e Anderson Oliveira tiveram a idéia de formar um projeto musical com uma proposta única, e depois de longas discussões sobre qual seria a proposta, surgiu a Divina Comédia Humana, com a intenção de mesclar poesia e música com influências do teatro.
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A Divina possui uma variedade de estilos, que vão do jazz ao rock, da música instrumental ao blues americano. A banda tem repertório próprio, com composições em português que tratam de assuntos diversos, como por exemplo: solidão e jovens nos dias atuais, sempre tratando esses assuntos com seriedade e musicalidade
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A proposta da Divina Comédia Humana é ingressar na cena local de João Pessoa, com o intuito de participar de maneira profissional na cultura do Estado, representando-o por todos os lugares que forem possíveis e também criar grandes parceiros no meio artístico, como: bandas, grupos, artistas plásticos, circenses, etc.
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Locais onde a Divina já passou: aniversário de Mangabeira, evento que está no calendário cultural do Estado; Galpão 14, local onde vários artistas de pequeno e grande porte se apresentaram; Candeeiro Encantado; e Estação Nordeste, grande evento de início de ano produzido pela Prefeitura de João Pessoa através da Funjope.
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Os músicos da banda (formação original):
Anderson Oliveira (guitarra / violão / vocais)
Ilberto Canuto (baixo / vocais)
Magno Rocha (bateria)
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Para esta apresentação no 1º Circuito Cultural da Juventude, a Divina Comédia Humana contará com a presença de três músicos adjacentes, porque o baterista Magno Rocha terá que se ausentar por uns dias. Os convidados são: Elder Haniel (guitarra), Rômulo Bernado (teclado) e José Carlos (bateria).
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Links da banda:
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http://www.youtube.com/watch?v=eZCAN1GUAM4
http://www.myspace.com/bandadivinacomediahumana
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=39043004
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domingo, 9 de agosto de 2009

Mobiê: regional agressivo
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Surgida em 2000, em João Pessoa capital da Paraíba como toda banda de jovens sonha: “sair por aí tocando como os seus ídolos do rock”; a Mobiê vai se desenvolvendo como um embrião passo a passo seguindo os contextos musicais da época de dentro e fora do país, bandas como Sepultura, Raimundos, R.D.P e o Chico Cience & Nação Zumbi, Rage against the machine e etc, mas de plurais influências opta por disseminar em parte a estética chamada mangue beat, onda musical surgida em Recife capital de Pernambuco que consistia essencialmente em mesclar rock com ritmos regionais e outros elementos.
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Um sugestivo encontro do baixista da banda “DigóesX” em 2002 com o perseguido livro Iracema do escritor José de Alencar permite-lhe elencar um constructo do tema indigenista com os personagens reais do sertão nordestino e em 2005 nasce o primeiro trabalho gravado independente intitulado: Mobiê Regional Agressivo se tornando bandeira e lema da banda (uma paráfrase para se auto explicar, Mobiê regional e agressivo). Esta tribo e banda Paraibana que produz um som através de fusões do rock + sons da região e tendências afins mostram uma vertente ainda viva deste tipo de pensamento. Composta por seis componentes de gostos variados também e que levam ao público o mais empolgante som pesado mesclado com o groove. O Mobiê é representado por: Alisson Nascimento – Bateria; DigóesX – Baixo; Jr. Irandi – guitarra; Fabrízio Soares – guitarra; André kbção – vocal; Lael Leal P$ico – vocal.
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“Influenciado por bandas como Chico Science & Nação Zumbi, Pantera, Raimundos, Sepultura, suicidal Tendencies e Devotos, a Mobiê faz um som que consegue ser, ao mesmo tempo, rock, regional, hip hop, e hardcore, com direito a vocais guturais tão demoníacos e riffs de guitarra tão infernais, que devem assustar até o próprio satanás. Durante a audição das quinze faixas do disco, fica nítido que nenhum outro termo seria capaz de definir melhor a sonoridade nele contida do que 'Regional Agressivo'." Por: Leandro Becker, editor de conteúdo, revista MP3 world. "A essência do rock é o protesto e a contestação, elementos decisivos na música ‘Pra não dizer que não falei pra Mãe’ do grupo Mobiê juntando as suas formas mais poderosas: punk hardcore, metal e hip-hop." Por: Jesuíno Oliveira, resenha de disco: coletânea PB rock, Do Sol-portal rock.
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Atestado por descrições, resenhas e matérias jornalísticas o Mobiê consegue se firmar por sua criatividade sonora o que lhe garantiu participação em muitos eventos musicais”, como: Mormarço 2 e 3 (João pessoa-2003/2004) criado por Ilsom Barros da Zeferina Bomba; PB Pop (João pessoa-2005) dos músicos Kaká Santa Cruz, Alex Madureira e Fuba; Festival Mundo (João pessoa-2006); Festival 4X4 (João Pessoa-2006); Estação Nordeste (João pessoa-2007) tendo aberto o show para a Zeferina Bomba; Festival New Metal (João Pessoa-2007); Rock place Festival (Patos-Pb-2007); Caos Natal no Bar do Sol (Natal-RN-2007); Festival Aumenta Que é rock (João Pessoa-2008); Circuito das praças-Estação Nordeste (João Pessoa - 22 de janeiro de 2009). Além de muitos shows e mini-festivais de repercussão na cidade e arredores.
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Assim como Mobiê nos significa “fazer novos tempos”, segue esta banda construindo um mundo seu de riffs e sotaques, de grooves e verbalizações sonoterápicas; não quer o Mobiê banda, grupo, tribo sonora ser mais uma, mas ser uma a mais das que dividem espaço nas prateleiras dos ouvintes demonstrando que criar ainda é uma arte e não a simples influência carregada de vontades de ser aquela que se ouve, mas a que promove fazendo novos tempos. “O palco é um púlpito que poucos conseguem convencer os convencidos!"
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Links da banda:
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http://banda-mobie.blogspot.com
http://www.myspace.com/mobiexpb
http://www.vibeflog.com/bandamobie
http://www.youtube.com/watch?v=U08z80jiCls
http://www.bandasdegaragem.com.br/bandamobie
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